As últimas dos pensadores

novembro 14, 2008

Página experimental com seleção das melhores notícias publicadas na rede pelos pensadores Web da nossa preferência.

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abril 29, 2014

Outro dia me chamaram para um encontro fora do Rio.

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E eu perguntei se iria dar palestra e me responderam:

“Não, aqui não tem isso, é tudo em rede”.

Criaram a ideia de que rede é um objetivo, um fim em si mesmo.

Nada mais equivocado.

Redes são ferramentas humanas que variam de modelos, conforme os contextos e as Eras Cognitivas, a partir das Tecnologias Cognitivas disponíveis.

Não há um formato ideal de rede, mas um conjunto de opções no menu, que deve funcionar a cada circunstância.

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Entendo até a birra com modelos verticais, pois justamente estamos saindo de um modelo hegemônico e padrão de redes, todas no mesmo formado, apesar de contextos distintos.

Uma rede, assim, a meu ver, será modelada, a partir do problema que tem a ser resolvido e a experiência/possibilidade de participação que os membros da rede tenham para ajudar a resolvê-lo.

Quando temos, através do mérito, pessoas que podem contribuir mais e melhor para aquele objetivo, a rede eficaz deve ser capaz de se moldar para que quem tem mais a colaborar tenha mais voz até que a sua contribuição se harmonize com o resto.

Não há, assim, um formato, mas vários que devem poder ser ajustados.

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Uma plataforma de debates boa será aquela em que os algoritmos possam ajudar nessa modelagem.

O Twitter é uma tentativa ainda primitiva disso, quando apresenta o número de seguidores e de seguidos. Ninguém é obrigado a seguir ninguém, então, parte-se do principio que tem mais seguidores em uma dada área tem, por mérito, algo a contribuir a mais.

Um outro modelo que tenta medir tal modelagem das redes é o Klout, que faz uma avaliação das redes sociais e dá uma nota algorítmica a alguém em função de critérios de capacidade de influência.

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Estamos engatinhando.

Em um evento presencial, por exemplo, poderíamos ter aplicativos que poderiam avaliar as pessoas que estão falando durante um período curto e, dependendo da performance, ganharem mais tempo, a partir do interesse.

Aí sim, você teria uma rede mais horizontal ou mais vertical, com a pessoa falando mais ou menos tempo, a partir de critérios mais meritocráticos.

Ou seja, uma rede deve ser vista não como um fim em si mesmo, uma ideologia a ser defendida, uma bandeira. O que deve ser defendido é a capacidade de cada rede em possibilitar que seja alta a taxa do mérito, a partir da participação/escolha da influência de cada participante.

Por aí, que dizes?


Sistemas teóricos versus teorias isoladas

abril 8, 2014

Podemos dizer que ao compararmos diferentes teorias podemos fazer algumas classificações interessantes.

  1. A primeira delas é o estudo do ser humano e seus fenômenos;
  2. A segunda o estudo dos seres vivos e seus fenômenos.

A Teoria da Relatividade de Einstein procurou analisar fenômenos físicos que nos cercam. E representa o item 1.
A Teoria da Psicanálise de Freud procurou analisar fenômenos humanos. E representa o item 2.

Einstein ao conseguir modificar como vemos as forças da velocidade, tempo e energia permitiu que, a partir disso, fosse possível um conjunto de novas metodologias (métodos, tecnologias e capacitação de pessoas). As teorias de Einstein não eram metodológicas. Ele procurou criar fórmulas para requantificar e relacionar forças para que outros pudessem, a partir dele, desenvolver um conjunto enorme de novas ações na sociedade.

Freud já teve um sistema teórico mais completo.

Como era alguém que atendia pacientes sua teoria foi extremamente prática.

Ao mesmo tempo que ia atendendo ia teorizando, por um lado e arrumando a metodologia, por outro.

Podemos dizer que as descobertas de Einstein foram mais filosóficas (um novo jeito de ver algo conhecido) e teóricas (alinhando as forças de uma nova maneira), mas não chegaram às metodologias, que coube a seus sucessores.

As descobertas de Freud, entretanto, nos levam a revisão filosófica do humano (sexualidade na infância e inconsciente), a relação das forças (ego, id e superego) e uma metodologia, a psicanálise.

Assim, podemos dizer que existem pensadores que trabalham nas três instâncias do Triângulo do Conhecimento: filosofia, teoria e metodologia e outros que trabalham em apenas algumas delas.

Assim, acho que podemos chamar Freud de criador de um sistema teórico completo.

Você pode não concordar com ele, mas ele aborda os três itens.

E Einstein um teórico que não chegou na parte final da metodologia de atuação, sendo um criador de relações, que permitiu outros a desenvolver suas metodologias depois dele.

É isso, que dizes? 

 

 


O custo da metodologia

abril 7, 2014

Toda metodologia é baseada em uma dada teoria.

Se a teoria analisa de forma pouco eficaz as forças, não as define bem, ou sub ou super avalia determinadas forças, a metodologia vai ter problemas.

Existem, assim, metodologias que facilita e, portanto, reduzem custo e esforços, com melhores benefícios e vice-versa.

Uma boa teoria é a que vai garantir uma boa metodologia.

Assim, uma metodologia tem um custo de levar uma organização do ponto “A” para o ponto “B” de forma mais barata possível com os melhores resultados.

Quando isso não ocorre, é que temos problemas.


Fim do ICO

abril 12, 2010

Anuncio formalmente que o ICO está no fim.

Foi um projeto interessante, mas não vingou.

Estamos na fase final de fechamento, logo este blog será fechado!

Quem quiser acompanhar notícias sobre o mundo 2.0 sugiro meu blog pessoal: www.nepo.com.br


As fotos do lançamento do Instituto já estão no ar!

novembro 14, 2008

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Com direito a apicultores para disseminar o conhecimento em rede!!!

Veja aqui


Blogs 2.0

novembro 3, 2008

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